Como É Uma Câmera Fotográfica Digital

By clopezso | Fundamentos

Como é a câmera digital

À forma de introdução, neste artigo vou tratar de explicar detalhadamente como é uma câmera fotográfica digital e como funciona. Incluirei um esquema descritivo da forma em que alguns elementos importantes da câmera, estão dispostos e como funcionam.

Da mesma forma que uma câmera reflex de filme de 35 mm, uma câmera digital DSRL (do inglês Digital Single Lens Reflex), esta formada basicamente por duas partes principais:

1.- Corpo ou carcaça

2.- A lente ou objetiva.

Vejamos a seguir como é uma câmera fotográfica digital, todas suas partes,  e como funcionam.

1.- O corpo da câmera

O corpo da câmera também esta composto por outro conjunto de elementos, uns mecânicos, outros óticos, e outros eletro-eletrônicos.

Vejamos cada uma destas partes de uma câmera fotográfica digital do tipo compacto. Estas são as de uso mais comum entre os amadores e aficionados à arte da fotografia.

2.- A lente ou objetiva

A lente ou objetiva pode ou não ser cambiável, dependendo do tipo de câmera digital. Assim maioria das câmeras compactas, a ótica é fixa e não se pode cambiar.

São câmeras compactas dos tipos MILC (Mirrorless Interchangeable Lens Camera), ou também EVIL (Electronic Viewfinder with Interchangeable Lens). Uma linha nova de câmeras de sistema compacto, que permitem cambiar as lentes.

Como estão dispostos e para que servem os elementos internos das câmeras digitais DSRL? Veja os esquemas da imagem abaixo.

Mesmo que vocês já conheçam as partes internas das câmeras digitais DSLR, é importante incluir um esquema com os elementos básicos destas câmeras e como funcionam, para mostrar de forma prática o caminho que segue a imagem dentro da câmera, e as situações de ajuste e disparo na hora de tirar uma fotografia.

Imagem que mostra um esquema donde se apreciam detalhadamente, todas as partes principais de uma Câmera DSLR, que está secionada por um plaino vertical central. Mostra a objetiva com lentes e diafragma, o espelho inclinado 45 graus que reflite a luz  para o pentaprisma que está na parte superior, e que reflete a luz para o visor ocular. No esquema da direita está levantado o espelho em posição horizontal, deixando passar a luz para o sensor eletrônico ou se for filme quimico no caso, que gravaria a imagem, justo dente ao sensor está posicionado o obturador, que em posiçao de disparo, fica completamente aberto.

1.1.- Corpo ou carcaça

É a parte principal do conjunto já que é o suporte do conjunto de componentes, que formam a câmera fotográfica.

Dependendo do fabricante e segundo os modelos, o corpo ou caraça pode ser:

  • Completamente metálico
  • Parte metálica e parte de plástico
  • Totalmente de plástico

Geralmente os corpos inteiramente metálicos são comuns nos modelos profissionais. Porque estas câmeras são de maior tamanho, têm maiores prestações, e precisam ser mais resistentes. Isso porque o uso profissional tem maior exigência pelo uso intensivo.

Imagem que mostra uma vista superior do corpo de uma câmera Reflex semiprofissional.

Alem disso tudo, as câmeras profissionais também são mais caras.

Já os corpos mistos, com partes metálicas e de plástico, sao mais comuns nas câmeras semi-profissionais ou câmeras ponte, que podem cambiar a ótica.

As câmeras com corpo totalmente de plástico, costumam ser a maioria das compactas mais simples, incluindo algumas compactas avançadas.

1.2.- Elementos óticos

Toda câmera precisa de um conjunto de elementos óticos, pois sem eles é impossível que uma câmera possa tirar fotografias.

Imagem mostrando uma objetiva de 28-80 milimetros desmontada da câmera.

Esta lente tem a possibilidade de ser manejada manualmente e também de forma automática pala câmera.

Estes elementos óticos nem sempre são as lentes, porque neste item estão inclusos outros elementos óticos, como podem ser:

  • Espelhos escamoteáveis 
  • Penta prismas 

Se bem que estes elementos somente aparecem a partir de certo nível de câmeras compactas digitais.  Continuamos vendo como é uma câmera fotográfica digital

1.2.1.- Um pentaprisma

Pentaprisma é uma peça fundamental nas câmeras digitais reflex. É o elemento cuja função é mostrar a imagem que se está enfocando, exatamente como vai a ser fotografada.

Imagem que mostra o cunjunto formadao pelo corpo da câmera, e a objetiva encaixada do corpo da câmera, mas fotografia da vista superior do conjunto, está resaltando com linhas vermelhas, donde está localizado o pentaprisma dentro do corpo da câmera.

Também inverte a imagem que recebe a lente cabeça para abaixo, e a mostra corretamente no visor ocular da câmera.

Este elemento que está montado normalmente embaixo do visor, em todas as câmeras reflex, como se mostra nas imagens.

1.2.2.- Um espelho refletor

Este elemento era indispensável em todas as câmeras digitais reflex, mas atualmente surgiram novas câmeras, tipo compactas sem espelho.

Estas câmeras são as conhecidas como câmeras compactas mirrorless:

Todas estas são câmeras de sistema compacto sem espelho, que permitem cambiar as lentes ou objetivas.

Uma característica comum destas câmeras é o menor tamanho do corpo. Isso é uma desvantagem porque dificulta o manuseio da câmera, na hora de segurá-la para tirar fotografias. Especialmente se houver baixa iluminação, e precisar velocidade baixa de disparo.

O espelho está instalado dentro do corpo da câmera, em posição exata de 45º com o eixo da objetiva. E localizado justamente diante do sensor CCD ou CMOS.

Imagem que mostra o detalhe do espelho inclinado 45 graus, omtado no inerior do corpo da câmera reflex. Se aprecia perfeitamente pelo alojamento do engate da objetiva cambiavel.

O espelho está articulado com uma dobradiça, na parte superior, que permite que ele suba na hora de fotografar. Este movimento o faz um acionamento elétrico sincronizado com o botão disparador, como se mostra nos esquemas da imagem acima.

1.2.3.- Um visor ocular

Este elemento ótico localizado na parte traseira superior da câmera,  perfeitamente alinhado com o centro da lente, do espelho e do penta prisma.

Olhando a traves dele se vê a imagem exata como ira ser fotografada. É indispensável nas câmeras reflex digitais, porque mostra a imagem, todas os ajustes feitos para tomar a fotografia.

Imagem que mostra o detalhe do visor ocular, de uma câmera compata. Neste caso o visor é eletrônico (electronic view finder) no inglês, porque esta câmera não tem pentaprisma, ou seja, não é reflex.

Quando há luz solar que dificulta ver a tela de cristal iquido, é necessário usá-lo para visualizar a imagem corretamente. Isso porque a luz do Sol, obstaculiza a visão da tela de cristal liquido LCD. Também para economizar a energia das baterias que consome a tela LCD.

1.2.3.1.- Ajuste dioptrico do visor

Este elemento ótico muito útil, permite ajustar o visor corrigindo a gradação dos óculos das pessoas que os usam. Ou seja, permite que mesmo tirando os óculos ao olhar a traves do visor a visão seja nítida.

Imagem mostrando o detalhe da rodinha que serve para ajustar as diotrias do visor da câmera, para ajustá-la à visao do fotografo no caso dele usar óculos. Deste jeito ele pode olhar sem problemas pelo visor sem precisar dos óculos

Está posicionado geralmente do lado esquerdo do visor ocular. Permite ir ajustar a visão ao tempo que se olha diretamente no visor.

1.3.- Elementos eletro-eletrônicos

Estes elementos servem para controlar todos os modos, funções e ajustes da câmera fotográfica. Também conetam os outros componentes que trabalham em conjunto. Processam toda a informação recebida do sensor CCD-CMOS da câmera, quando se inicia o processo para captar uma fotografia.

1.3.1.- Um sensor CCD ou CMOS

O sensor é um circuito integrado, algo assim como o coração da câmera fotográfica. Ele gera a definição da imagem, por médio da sua capacidade de resolução. Quer dizer, do seu tamanho e da sua quantidade de Megapixels.

Um megapixel é: Mpx=1 milhão de pixels por polegada quadrada. Assim 1 pixel = 25,4 mm / 1000 = 0,0254 mm = lado do quadro do pixel. Multiplicando largo por alto 1000 X 1000 = 1.000.000, ou seja, um milhão de pixels = 1 Mpx.

É preciso fazer uma observação respeito a capacidade de resolução de um sensor CCD ou CMOS. Porque a melhor resolução é gerada pelo maior tamanho do sensor CCD ou CMOS, e não pelo número de Megapixels.

Mesmo que seja um pouco confuso, fique claro que a mesma quantidade de Mpx de um sensor pequeno sempre dará uma imagem de pior resolução do que esses mesmos Mpx num sensor de maior tamanho.

Por isso há câmeras fotográficas que tendo uma quantidade menor de Mpx, conseguem melhores fotografias que outras com mais Megapixels.

Isso porque as primeiras possuem um sensor de maior tamanho.

Os sensores mais usados pelos fabricantes de câmeras digitais de todos os tipos se mostram na seguinte imagem.

Imagem que mostra os dois tipos de sensores eletrônicos do tipo CCD e CMOS que são os mais usados por todos os fabricantes de câmeras do mundo enteiro.

As câmeras com sensores maiores, equivalentes ao tamanho completo do filme de celulóide de 35x24 mm, são sempre as câmeras digitais reflex ou DSLR (Digital Single Lens Reflex).

Estas câmeras são as chamadas “full frame” ou tamanho do quadro completo.

1.3.2.- Um microprocessador (microcomputador interno)

 Para processar todos os dados gerados pelo sensor CCD ao receber a imagem, é necessário que a câmera disponha de um microprocessador ou microcomputador, capaz se manejar esses dados todos, e enviá-los para a memória interna da câmera, ou para o cartão de memória.

Uma câmera digital não pode funcionar sem este elemento, pois é impossível processar todos os dados sem ele.

A capacidade deste elemento microprocessador, é o que diz da “agilidade” ou rapidez com que uma câmera digital pode estar pronta para fazer uma nova fotografia, quer dizer, a capacidade do microprocessador, determina o “tempo morto” entre uma fotografia e a seguinte.

Esta capacidade é muito importante principalmente nos casos de tomar fotografias de objetos em movimento, como um jogador de futebol, um carro F1, uma motoca GP, etc., já que pode originar perdas das melhores chances fotográficas.

1.3.3.- Uma tela de cristal liquido LCD “built-in”

A tela de cristal liquido ou LCD, é muito útil porque permite ver a fotografia como vai ficar realmente, e com um tamanho que da para apreciar os detalhes com bastante precisão.

Este componente pode estar montado de forma fixa, na parte traseira do corpo ou carcaça da câmera compacta, ou também pode ser articulado com um sistema de dobradiça articulada universal, que permite virar a tela ate 180º tanto no sentido horizontal quanto no vertical.

Este elemento eletrônico normalmente se encontra em câmeras digitais compactas de certo nível, já que as mais simples não o possuem por questão de custos de produção, que daria preços elevados a esse tipo de câmeras.

Imagem que mostra o detalhe de uma tela fixa de cristal liquido, montada na parte traseira de uma câmera compata. O tamanho detas tela é de duas e media polegadas, medidas em sua diagonal.

Alem disso também é uma parte da câmera que consome bastante energia das pilhas ou baterias, que nas câmeras digitais simples, costumam ser pequenas, esgotando-as muito rápido.

1.3.4.- Alojamento das baterias

A câmera fotográfica digital é uma máquina e, portanto como toda máquina precisa de energia elétrica para funcionar.

Isso condiciona que para que a câmera tenha certa autonomia de funcionamento, precisa de uma fonte de alimentação como podem ser as pilhas ou baterias.

Estas pilhas ou baterias precisam ficar alojadas na própria câmera fotográfica, assim é preciso dispor de um espaço de alojamento para estas baterias que, aliás, ocupam um volumem no corpo ou carcaça da câmera, como se aprecia na imagem.

Imagem que mostra o detalhe das quatro baterias insertadas em seus alojamentos, de uma câmera compata digiral Fuji S8000fd.

Esta exigência de espaço para alojar as baterias ou pilhas, tem determinado de forma quase padrão, que o corpo ou carcaça das câmeras digitais tenha uma forma “ergonômica” que facilita o manuseio das câmeras, isso independentemente da marca ou fabricante.

1.3.4.1.- Conjunto de baterias ou pilhas

 O conjunto de pilhas ou baterias pode variar de um modelo de câmera para outro, inclusive sendo da mesma marca. No caso que apresento são 4 pilhas alcalinas  tipo AA de 1,5 V ou baterias recarregáveis  Ni-MH tipo AA.

Imagem que mostra as quatro baterias que usa uma câmera compata digital Fuji S8000fd.

Outras câmeras usam baterias equivalentes em tamanho e capacidade, isso porque o espaço disponível no corpo ou carcaça da câmera é limitado.

Já as câmeras semi profissionais e profissionais, podem usar também um acessório que se adapta na parte inferior, e que têm forma “ergonômica” que ajuda a segurar perfeitamente a câmera, e que é uma boa bateria de longa duração, como mostra a imagem.

1.3.4.2.- Tampa alojamento baterias

Este elemento está localizado na parte inferior do corpo ou carcaça da câmera, e é uma tampa que está articulada num lado com uma dobradiça.

Imagem que mostra o detalhe da tampa do alojamento das quatro baterias de uma câmera compata Fuji S8000fd, com suas placas de contato das baterias.

Esta tampa leva umas placas metálicas internas que têm como função, conectar as polaridades corretas das pilhas ou baterias, na hora em que é fechada. Veja a imagem.

1.3.4.3.- Bloqueio da tampa

A tampa do alojamento das pilhas ou baterias, está prevista de uma trava de segurança para evitar que se possa abrir acidentalmente, como se aprecia na imagem.

Imagem que mostra o detalhe da tampa do alojamento das baterias, fechada com o sistema de segurança do fecho.

1.3.5.- Assistente de iluminação

Este elemento eletrônico é uma ajuda muito importante na câmera na hora de tomar fotografias, em locais com iluminação muito tênue.

O assistente somente funciona no modo AF (Auto Foco) da câmera, e  se atua apertando o botão do disparador somente ate a metade do seu percurso.

Dependendo de cada modelo de câmera, o assistente de iluminação terá umas ou outras limitações em seu funcionamento.

Imagem que mostra o detalhe do sensor do assistente de luminosidade, remarcado com linhas vermelhas, e um letreiro de letras vermelhas sobre fundo branco indicando Assistente de luminosidade.

Exemplos: não funciona na toma de fotografias com luz natural, nem com o flash em “Off”, nem no amanhecer ou por do Sol, nem com objetos muito brilhantes ou em movimento a grande velocidade, etc.

1.3.6.- Um flash “built-in”

Como se pode apreciar na imagem, o flash fica retraído no corpo ou carcaça da câmera, sempre que não precise ser usado.

Ele está montado na parte superior do corpo da câmera, e está articulado por um sistema de dobradiça que permite virar para cima e ficar perfeitamente vertical e enfocado para radiar o feche de luz.

Imagem que mostra o detalhe do flas da câmera Fuji S8000fd, O flas está aberto em posição de funcionar, e está montado de fábrica, diretamente encima do corpo da câmera.

Este elemento é útil para fazer fotos de objetos situados em locais com pouca iluminação, se bem que as fotos obtidas nem sempre tem boa qualidade.

É recomendável usá-lo somente quando não haja mais remédio para conseguir a fotografia numa chance única, porque estes flashes destorcem bastante as cores e os contornos das imagens.

1.3.6.1.- Botão liberador flash

Como seja que o flash fica travado no corpo ou carcaça da câmera, quando ele está retraído, para liberá-lo existe um botão, como se aprecia na imagem.

Imagem que mostra o detalhe do botão que libera o flash da câmera compata Fuji S8000fd. Aprtando ele sobe automáticamente o flash e está pronto para funcionar.

Para liberar p flash basta com apertar ate o fundo o botão, e o flash se levanta automaticamente ate a posição de funcionamento.

1.3.7.- Alojamento do cartão de memória

Todas as câmeras fotográficas digitais possuem uma memória interna que lhes permite armazenar uma certa quantidade de fotografias.

Acontece que estas câmeras quase em sua totalidade de tipos ou modelos, podem gravar vídeos alem de fazer fotografias e isso gera muitos dados que facilmente superam a capacidade da memória interna da câmera.

Imagem que mostra o detalhe do alojamento do cartão de memoria adicional da câmera compata Fuji S8000fd. Há um cartão em posição de medio introduzido no alojamento mostrando claramente como e donde se introduz o cartão de memoria no corpo desta câmera.

Assim a solução é ampliar a capacidade de armazenagem da memória interna da câmera, com cartões de memória de vários tipos e capacidades, como se mostra nas imagens.

Portanto a câmera digital deve estar prevista para aceitar estes cartões de memória, e ter o alojamento para eles como se aprecia nas imagens.

1.3.7.1.- Memória interna da câmera

Todas as câmeras digitais compactas possuem memória interna, mas dependendo do modelo a capacidade da memória interna pode ser maior ou menor. Esse sempre é um critério do fabricante.

A câmera digital que se mostra (FinePix S8000fd da Fuji), possui 2 GB de memória interna para gravação de fotos e vídeos, mas essa capacidade pode mudar de um modelo para outro.

1.3.7.2.- Cartão de memória

Como indicado acima as câmeras digitais possuem memória interna, que permite fazer fotografias e armazená-las ate uma certa quantidade, que permite a memória da câmera.

Para ampliar a capacidade da memória da câmera, ela dispões de alojamento de cartões de memória, que no caso da câmera mostrada, pode ampliar ate 16 GB a mais do que a memória interna da câmera.

Imagem que mostra um tipo de cartão de memoria adicional para a câmera compata Fuji S8000fd. Este cartão é de 4 GB, mas pode ser ate de 16GB.

Esta câmera pode usar vários tipos de cartões com capacidades diferentes:

  • Cartões xD-Picture Card (256MB; 512MB; M1GB; 2GB)
  • Cartões SDHC de 4GB ate 60GB
  • Com adaptador de cartões PC Card DPC-AD smart Media (de 512MB ate 128MB)

Quer dizer, que mesmo sendo um modelo de câmera compacta digital com alguns anos de idade, da para fazer muitas fotografias e vídeos, ampliando sua memória interna com estes cartões.

1.3.7.3.- Tampa do alojamento

Como mostra a imagem o alojamento dos cartões de memória, está protegido com uma tampa deslizante que desbloqueia ela. Este sistema evita que possa abrir acidentalmente.

Imagem que mostra o detalhe da tampa do alojamento do cartão de memoria. Esta tampa está fechada e a imagem mostra claramente donde está loo calizado este alojamento no corpo da câmera.

Esta tampa está fixada ao corpo ou carcaça da câmera com um sistema de dobradiça que permite que ela gira e fique aberta, quando desbloqueada permitindo inserir e extrair o cartão de memória, como mostra a imagem. veja a imagem do ítem 1.3.7.- acima.

1.3.8.- Elementos de áudio “A/V Out”

A câmera pode gravar som nas fotografias e também escrever data e hora, e como também pode reproduzir as fotos, alem de gravar e reproduzir vídeos, precisa de um microfone de ambiente e um alto-falante.

A câmera também pode ser conectada a um aparelho de TV e reproduzir nele vídeos e fotografias.

Imagem que mostra o detalhe da conexão do cabo tipo USB de saida de audio e vídeo da câmera. Esta conexão está marcada com  linhas vermelhas e tambem com um letreiro em letrs vermelhas sobre fundo branco que indica, Saida A/V para cabo USB.

O microfone de ambiente e o alto-falante estão montados internamente dentro do corpo da câmera e situados na parte superior esquerda do corpo da câmera.

1.3.8.1.- Microfone de ambiente

Como se aprecia na imagem este elemento está montado internamente no corpo da câmera e conectado ao micro processador da câmera, donde transfere os sons captados da cena para serem gravados no vídeo.

Está indicado com a seta vermelha da esquerda na fotografia abaixo.

Imagem que mostra a localização do microfone de ambiente, e do alto-falante, no corpo da câmera compata Fuji S8000fd. Estão remarcados com setas de cor vermelha.

Este microfone mesmo que cumpre sua função, não é uma microfone de alta fidelidade, e portanto obriga a editar os vídeos apos gravação, para melhorar a qualidade do som. Mas isso já é parte de outro capitulo mais avançado que falarei mais adiante.

1.3.8.2.- Alto-falante

Este elemento está montado dentro do corpo da câmera como se aprecia na imagem, e como o microfone, também está conectado ao microprocessador da câmera, que emite o som do vídeo gravado.

Este alto-falante cumpre justo sua função de checar a correta gravação da banda sonora no vídeo, e mais nada pois sua fidelidade é baixa o que obriga a um trabalho de edição após a gravação dos vídeos.

O alto-falante se aprecia na fotografia anterior, indicado pela seta vermelha do lado direito. 

1.3.9.- Conexão alimentador elétrico

A câmera alem de ter a fonte de alimentação interna que são as pilhas ou baterias, está equipada com uma tomada de alimentação de 5V de corrente DC.

Imagem que mostra o detalhe da conexão para alimentação elétrica externa à câmera compata Fiji S8000fd. Está remarcado com linhas vermelhas e um letreiro de letras vermelhas sobre fundo branco indicando, Alimentação elétrica externa.

Isto permite ficar funcionando por períodos de tempo mais longo, gravando vídeos ou reproduzindo eles, sem o risco de se apagar. 

1.3.10.- Conexão USB para computador e TV

Praticamente a maioria das câmeras compactas digitais tem a possibilidade de serem conectadas a um computador (PC ou Notebook). Isto se aprecia na imagem do ítem 1.3.8.-,  na conexão de saída de A / V (Áudio e Vídeo) para conectar ao computador e aparelho de TV, usando o cabo adequado.

1.4.- Conjunto de botões de comando

A câmera como toda máquina, precisa de uma aparelhagem de controles para que possa ser utilizada corretamente. Esta aparelhagem é o conjunto de botões de comando que se indicam a seguir.

Imagem que mostra o detalhe do conjunto de botões e teclas de comando e controle de todas as funções da câmera compata Fuji S8000fd, que estão posicionados à direita na parte traseira da câmera.

1.4.1.- Seletor de modos

Este controle é um botão seletor giratório, que está posicionado na parte central alta da câmera (a quantidade de opções varia segundo o modelo da câmera).

Imagem que mostra o detalhe do seletor de modos de fotografia que possui a câmera compata Fuji S8000fd, que permite selecionar 11 modos, que se selecionam girando este seletor.

No caso a câmera mostrada tem os 11 modos seguintes:

  • Automático
  • Anti-desenfoque
  • Luz natural
  • Luz natural e flash
  • SP1 (Posição cena 1)
  • SP2 (Posição cena 2)
  • P (Programado automático)
  • A  (Automático com prioridade de abertura)
  • S  (Automático com prioridade de obturação)
  • M  (Manual)
  • Vídeo

Que cobrem todas as possíveis situações ou modos em que podem ser feitas fotografias.

1.4.2.- Botão de marcha-paro

A finalidade deste controle é por em marcha ou parar o funcionamento da câmera fotográfica digital.

Imagem que mostra o detalhe do botão de marcha-paro da câmera compata Fiji S8000fd. Ele funciona deslocando o botão , para a esquerda uma vez para marcha, e outra vez para paro.

Este controle está posicionado sobre o alojamento das pilhas ou baterias, justo atrás do botão disparador. Ele funciona deslocando-o para a esquerda, uma vez marcha duas vezes para.

1.4.3.- Botão disparador

Este comando está posicionado encima do alojamento das pilhas ou baterias, na parte dianteira da câmera e ele tem duas posições de funcionamento.

Imagem que mostra o botão disparador da câmera compata Fuji S8000fd. O detalhe está remarcado com linhas vermelhas e também com um letreiro com letras vermelhs sobre fundo branco indicando, Botão disparador.

Ate metade do percurso, para controlar os ajustes feitos antes de bater a fotografia, e ate o fundo do percurso para bater a fotografia. Mesmo funcionamento para o modo de gravação de vídeo.

1.4.4.- Acionador do zoom

Este comando é uma pequena alavanca com forma de anel, que gira ao redor do botão disparador, e funciona entre duas posições:

O ajuste é progressivo entre os dois limites, e permite aproximar o objeto a ser fotografado, ate uma proporção de X18.

Imagem que mostra o detalhe do acionador do zoom da câmera compata da Fuji S8000fd. Este detalhe está remarcado com linhas vermelhas e com um letreiro com letras vermelhas sobre fundo brando, Acionador do Zoom.

No caso do modo vídeo, o controle é progressivo também, mas ele não da a opção de aproximar - afastar o objeto, durante a gravação.

1.4.5.- Botão detector inteligente de rosto

Este comando está posicionado na parte superior direita do corpo da câmera, alinhado com o botão disparador.

Imagem que m ostra o detalhe do botão do detetor inteligente de rosto, desta câmera Fuji S8000fd. O detalhe está remarcado com linhas vermelhas e também com um letreiro de letras vermelhas sobre fundo branco, Botão detetor inteligente de rosto.

Este comando permite enfocar e ajustar a luminosidade no rosto de uma pessoa, e também elimina o efeito de “olhos vermelhos” gerados pela luz do flash. Este comando funciona inclusive com varias pessoas a serem fotografadas. Funciona com todos os modos de fotografia menos no vídeo.

1.4.6.- Botão dupla estabilização

Este comando é um botão que está posicionado na parte superior direita do corpo da câmera, alinhado com o botão disparador, como mostra a imagem.

Imagem mostrando o detalhe do botão de dupla estabilização, em um letreiro de letras vermelhas sobre fundo branco, e remarcado com  linhas vermelhas.

A função deste comando é estabilizar a imagem ao tomar fotografia com pouca luz a velocidade baixa de obturação. Quer dizer, eliminar as vibrações das mãos segurando a câmera. Este controle funciona com todos os modos menos no vídeo.

1.4.7.- Botão seletor EVF/ LCD

Este comando é um botão que está situado na parte traseira do corpo da câmera, na parte central acima da esquina esquerda da tela de cristal liquido como mostra a imagem. (EVF Electronnic View Finder ou visor eletrônico. LCD Liquid Cristal display ou tela de cristal liquido).

Imagem que mostra o detalhe do botão seletor dos modos  EVF/LCD, remarcado com linhas vermelhas e um letreiro de letras vermelhas sobre fundo branco.

A função deste comando é poder selecionar entre mostrar a tela de cristal liquido LCD ou usar somente o visor ótico EVF. Esta função é importante por dois motivos:

  • Apagar a tela LCD para poupar bateria, e usar o visor ótico EVF
  • Usar o visor ótico EVF porque a luz ambiente intensa impede ver a tela LCD corretamente

1.4.8.- Botão Disp / Back

Este botão está posicionado na parte traseira inferior do corpo da câmera, junto da esquina inferior direita da tela LCD.

Imagem que mostra o detalhe do botão que  contrala as funções DISP/BACK, que está remarcado com linhas e letras vermelhas sobre fundo branco.

A função deste comando é cambiar o que se mostra na tela LCD, que podem ser estas quatro opções:

  • Visualizar a fotografia normal com texto
  • Visualizar a fotografia normal sem texto
  • Visualizar a janela auxiliar depois de fotografar (mostra 3 imagens pequenas e uma maior)
  • Visualizar a tela com linhas de enquadre (a tela dividida segundo a Regra dos Terços)

1.4.9.- Botão Menu / OK

Este botão está situado à direita da parte traseira do corpo da câmera, no centro do seletor de funções. Este comando permite as seguintes funções:

Imagem que mostra o detalhe do botão de controle MENU/OK. Está remarcado com linha e letras vermelhas sobre fundo branco.
  • Permite eliminar as fotografias que não sejam interessantes
  • Permite ampliar a foto que esteja mostrada na tela LCD
  • Permite iniciar o modo reprodução de imagens na tela LCD
  • Permite confirmar os ajustes feitos
  • Permite selecionar o menu de modos de fotografar

1.4.10.- Botão compensador de exposição

Este botão está situado na parte inferior direta da traseira do corpo da câmera, por baixo do seletor de funções como se aprecia na imagem. Veja este artigo!

Imagem que mostra o detalhe do botão que contrala os ajustes de compensação de exposição. Está remarcado com linhas e letras vermelhas sobre fundo branco.

Este botão tem duas funcionalidades ou controles:

  • Permite ajustas a velocidade do disparador (desde 4 segundos ate 1 / 2000 de segundo)
  • Permite ajustar a abertura do diafragma (no rango da lente no caso f2.8 ate f8 em modo grande angula ou f4.5 ate f8 em modo teleobjetiva)

1.4.11.- Seletor de funções (acionamento em cruz)

Este seletor tem forma de anel e está situado na parte traseira direita do corpo da câmera, envolvendo o botão MENU/OK.

Imagem mostrando o detalhe do seletor de funções (acionamento em cruz), que é o anel de dor preta que está posicionado ao redor do botão MENU/OK, e que se aciona apertando sobre as setinhas pretas que estão em posição de cruz.

Este seletor tem quatro setinhas posicionadas a 90º entre elas, duas na vertical e duas na horizontal e da para selecionar estas funções:

  • Permite selecionar as funções Macro / Super macro
  • Permite selecionar a função flash
  • Permite selecionar e ajustar a função auto-disparador temporizado
  • Permite ajustar a luminosidade da tela LCD
  • Permite selecionar a função de eliminar imagens e vídeos

1.4.12.- Botão de modo de fotografia

Este botão (F) está na parte superior direita da traseira do corpo da câmera, como se aprecia na imagem.

Imagem que mostra o botão F seletor do modo de fotografia. Está marcado com um F encima do botão.

Com este botão se podem selecionar todos os modos (modo menu fotografia) e (modo menu disparo)

No modo menu (fotografia):

No modo menu (disparo):

  • Permite ajustar os outros modos SP1 e SP2 da cena para tirar a melhor fotografia.
  • Permite ajustar os outros modos P, A, S, M e especificar o método de medição da luz (fotometria)
  • Permite ajustar o balanço de brancos, de modo que se adapte à cor da luz ambiente. Funciona nos modos P, A, S, M.

1.5.- Rosca ¼” fixação tripé

Consiste num orifício rosqueado que está localizado no centro, na parte inferior do corpo da câmera, e serve para segurar a câmera sobre qualquer suporte que a imobilize.

Imagem que mostra o detalhe do furo rosqueado a um quarto de polegada, que serve para fixar a câmera sobre um tripé ou monopé, para manté-la estavel quando precisar fazer fotografias com velocidades de exposiçao baixas, e assim evitar imagens tremidas. Este furo é universal para todas as câmeras fabricadas no mundo enteiro.

Este sistema universal de fixação de rosca fêmea de ¼” é usado em todas as câmeras fabricadas no mundo, serve para fixar a câmera a qualquer suporte e mantê-la imobilizada na hora de tirar uma fotografia.

O sistema de suporte mais usado é o tripé que é o mais universal pela facilidade de se adaptar às irregularidades do solo.

1.6.- Enganche correia de transporte

Estes dois enganches metálicos se encontram a ambos lados na parte superior do corpo da câmera.

Imagem que mostra o detalhe do enganche da fivela da correia de transporte. Este enganche está fixado em ambos os lados da cêmera.

Servem para enganchar as fivelas da correia, como mostra a imagem,  que permite transportar a câmera comodamente.

Uma lente ou objetiva, seja fixa ou cambiável, sempre está composta pelas partes seguintes:

2.1.- Corpo metálico tubular

Está formado por vários tubos metálicos uns dentro dos outros, que se podem deslizar sem folga e com suavidade.

Imagem que mostra o corpo cilindrico que suporta as lentes em seu interior, e que fica montado na câmera. No caso este corpo corresponde a uma câmera compata Fuji S8000fd.

Todos estes tubos metálicos são usinados com alta precisão a fim de garantir um perfeito funcionamento da objetiva.

Na parte interna dos tubos metálicos estão montados os cristais e o diafragma, que são os componentes óticos da objetiva.

2.2.- Conjunto ótico de lentes de cristal

O conjunto ótico de lentes pode estar composto por uma quantidade de lentes diferente, dependendo do tipo da objetiva, mas normalmente está formado por mais de duas lentes.

Imagem que  mostra o detalhe da lente do tipo zoom de uma câmera compata da Fuji S8000fd, que tem aumento de 18 vezes no máximo.

As lentes são montadas dentro do suporte tubular e fixadas com sistema rosca para garantir uma posição correta e fixa como se aprecia na imagem.

2.3.- Conjunto de enfoque

O conjunto de enfoque é um sistema que movimenta as lentes, aproximando ou separando-as para conseguir os enfoques perfeitos.

Este sistema de acionamento podem ser mecânicos ou mais conhecidos como manuais, e elétricos ou automáticos.

O sistema manual consiste em acionar manualmente os anéis rosqueados existentes sobre os cilindros metálicos, que suportam as lentes, e movê-los ate conseguir focalizar perfeitamente o objeto a fotografar.

O sistema automático ou elétrico consiste em que no interior dos tubos metálicos que suportam as lentes, está montado um micro motor elétrico com um micro engrenagem no eixo, que engrena numa coroa dentada internamente, que é um anel rosqueado e ao girar o micro motor faz deslocar as lentes ate focalizar perfeitamente o objeto a ser fotografado.

Todos estes sistemas de enfoque são de alta precisão, e junto com a qualidade das lentes, é o que praticamente define a qualidade de uma câmera fotográfica.

2.3.1.- Acionamento mecânico ou elétrico

Na atualidade todas as objetivas produzidas pelas boas marcas, costumam ser do tipo de acionamento elétrico ou automático, pois isso diz muito da sua qualidade.

Mas existem ainda muitas objetivas com sistemas de acionamento manual ou mecânico, que são de alta qualidade, e muito apreciadas pelos profissionais da fotografia, mesmo que quase todas estas objetivas sejam modelos antigos, que eram usadas nas câmeras analógicas de filme de 35 mm.

Estas objetivas antigas para serem usadas nas câmeras modernas digitais, exigem colocar adaptadores, pois algumas delas são de sistema de fixação rosqueado, e outras de engate rápido, mas dificilmente podem ser montadas diretamente, mesmo que há algumas raras exceções.

Veja mais informação e dicas valiosa aqui: Aprenda a fotografa como um profissional , e tambem neste outro artigo, Começar aqui.

Espero que tenha gostado deste longo artigo, e que consiga tirar proveito de toda esta informação e dicas. Se gostou agradecerei que deixe seu comentario que terei prazer em responder. Ate o próximo artigo! 

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